Postingan itu didapat dari pendeta bernama Juan Manuel Peramas. Ia sudah melaporkan kalau kaum agen sbobet terpercaya Guarani sudah main memakai bola yang mempunyai materi dasar karet, namun mempunyai berat yang lumayan enteng, alhasil hendak kilat kala ditendang.

Setelah itu bola hendak memantul dengan kilat saat sebelum dapat menyudahi. Guarani pula memainkan agen bola bola bukan memakai tangan mereka semacam yang mereka jalani, namun memakai kaki dalam mereka. Postingan ini merupakan fakta kalau Inggris tidak pencipta game sepakbola.

Porque o “Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos” é tão importante

Publicado em 28 de novembro de 2019

Crianças não nascem com manual de instruções. Mas no quesito alimentação saudável, pais, mães, familiares e educadores podem contar com as informações valiosas, sem fake news e sem conflito de interesse, do novo “Guia alimentar para crianças brasileiras menores de dois anos”, uma publicação do Ministério da Saúde que acaba de ser lançada. A mensagem é clara: para a saúde dos bebês e crianças pequenas, vale usar e abusar do leite materno, oferecer comida de verdade a partir dos seis meses de idade, e nada de produtos ultraprocessados ou com açúcar. Uma publicação robusta, valiosa e que está alinhada a alguns dos temas da agenda da Aliança para Alimentação Adequada e Saudável (clique aqui para fazer download do Guia).

Esta é a terceira versão do Guia, inicialmente publicado em 2002 quando apresentou as primeiras recomendações oficiais brasileiras sobre alimentação e nutrição na faixa etária de zero a dois anos de idade para profissionais de saúde, e que foi revisado e republicado em 2010.

Novidades da terceira edição

“Um dos diferenciais é que esta edição é um material direcionado para as famílias, o que é diferente de uma publicação voltada aos profissionais da saúde. Usamos uma linguagem mais simples e clara, e procuramos convocar todos os cuidadores para que estejam envolvidos na alimentação saudável das crianças pequenas, desde familiares aos profissionais das creches”, afirma Luciana Maldonado.

E é um documento escrito a muitas mãos: contou com oficinas de escuta das famílias, participação de dezenas de especialistas, entre pediatras, nutricionistas e enfermeiros, além de contar com um grupo de monitoramento, que incluiu a participação de organizações internacionais e nacionais de referência na área, como a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria, Conselho Federal de Nutricionistas, Rede internacional em defesa do direito de amamentar (Ibfan), Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), entre outros.

Alinhado às recomendações do Guia para a população, lançado em 2014, o Guia alimentar para crianças menores de 2 anos também adota a classificação NOVA de alimentos, segundo seu grau de processamento. Por isso uma das suas mensagens contundentes é evitar os alimentos ultraprocessados – como as papinhas industrializadas, refrigerantes e bebidas açucaradas, entre tantos outros – e cozinhar mais. Dos doze passos para uma alimentação saudável, que resumem as orientações do guia, três estão diretamente relacionados ao tema: oferecer água própria para o consumo à criança em vez de sucos, refrigerantes e outras bebidas açucaradas; não oferecer açúcar nem preparações ou produtos que contenham açúcar à criança de até dois anos de idade; e não oferecer alimentos ultraprocessados para a criança. 

Outra novidade do guia foi contemplar um capítulo específico com recomendações para crianças que não recebem o aleitamento materno exclusivo. “É óbvio que valorizamos demais o leite materno e achamos que o principal foco da política pública tem que ser o incentivo ao aleitamento. Mas, por diferentes motivos, alguns bebês,  não são amamentados e a gente decidiu que precisava dar atenção a essas crianças também, elas também são cidadãs”, afirma Luciana.

Mais cozinha, menos comida embalada

O documento também sensibiliza sobre os perigos da publicidade direcionada às crianças pequenas, dá dicas de como organizar o cardápio da família, as compras, higienização dos alimentos e dá receitas e dicas culinárias. “O nascimento de uma criança é uma oportunidade para toda a família refletir sobre sua alimentação. E para cuidar melhor da alimentação é preciso cozinhar em casa e dividir tarefas: não dá mais para a mulher acumular todas as tarefas da casa e trabalhar fora. Assim como temos rede de apoio para o aleitamento materno, é necessário organizar o cotidiano, e todos que moram na mesma casa, homens e mulheres, têm que contribuir para que todo mundo se alimente melhor”, afirma Luciana Maldonado.

E vale ressaltar que, mais do que um guia direcionado às famílias, a publicação é um documento que orienta ações de educação alimentar e nutricional, em âmbito individual e coletivo no Sistema Único de Saúde e em outros setores, e orienta também políticas, programas e ações que visem apoiar, proteger e promover a saúde e a segurança alimentar e nutricional das crianças brasileiras. E tudo isso alinhado a vários temas da agenda da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, como a promoção proteção e apoio à amamentação e à alimentação complementar saudável, contribui com a sensibilização contra a publicidade dirigida ao público infantil e de alimentos ultraprocessados, e promove a alimentação adequada e saudável nas creches.

Vamos juntos e juntas promover o Guia alimentar para crianças brasileiras menores de dois anos?

Quer fazer mais? Obesidade infantil, não!

Assine a petição apoiando o Projeto de Lei 1755/2007, que proíbe a venda de refrigerantes nas escolas de educação básica, públicas e privadas, e pode ser votado a qualquer momento no plenário da Câmara dos Deputados. Participe da campanha em: http://bit.ly/Escola-Sem-Refri

Deixe o seu comentário

© 2017 - Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. Todos os direitos reservados.