A emergência climática é real e acontece agora. Na região da Zona da Mata Mineira, as cidades de Juiz de Fora, Ubá, Matias Barbosa e Senador Firmino receberam mais de quatro vezes a média de chuva esperada para o mês de fevereiro. As consequências foram enchentes, deslizamentos e mortes, pessoas desabrigadas, desalojadas e desaparecidas. Saiba como ajudar.
Para que a transição dos sistemas alimentares seja realmente justa, é necessário olhar para quem mais sofre com as mudanças climáticas: a favela, a periferia e comunidades tradicionais. O que Brasil tem feito para tentar reverter esse quadro? Leia neste conteúdo da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável.
Adolescentes estão consumindo menos ultraprocessados em cidades que regulamentaram a venda desse tipo de produto nas cantinas escolares. É isso o que aponta uma análise realizada por pesquisadores do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, do Nupens e da Universidade Federal de Uberlândia, que foi publicada hoje na revista científica Cadernos de Saúde Pública.
Dá pra produzir comida pra todo mundo sem destruir o planeta? Esta é uma das principais questões em disputa atualmente quando se fala de sistemas alimentares e crise climática. Falar em transição justa não é falar só de energia limpa ou metas de carbono: significa também mudar o modelo econômico e alimentar, garantindo justiça social, equidade e proteção ambiental.
O crescimento no consumo de ultraprocessados deixou de ser uma preocupação nutricional e passou a ser uma ameaça urgente à saúde pública. É o que afirmam os autores da nova série da revista científica The Lancet, que reúne estudos sobre ultraprocessados, saúde humana e implicações para políticas públicas.
A Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável participou da COP30 com uma roda de conversa na Zona Azul, espaço oficial das negociações climáticas, para debater um tema central da agenda global: a transição justa dos sistemas alimentares. Mas, na prática, o que é uma transição realmente justa. E é justa para quem?
Durante a COP30, em Belém, em novembro de 2025, a Cúpula dos Povos mostrou caminhos para a justiça climática diretamente pelas vozes silenciadas pelo modelo que destrói o planeta.
A crise climática vem agravando a fome no mundo e ameaçando a garantia de um direito humano fundamental: o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). O que é preciso fazer então?
Com a COP30, reforçamos que a crise climática é também uma crise de direitos humanos, e que a transformação só será possível com ação e mobilização social.
