Alimentos e bebidas ultraprocessados na América Latina tendências, efeito na obesidade e implicações para políticas públicas

O relatório realiza um estudo, oferecendo uma perspectiva integral atualizada sobre as mudanças mundiais na venda de alimentos e bebidas ultraprocessados na última década, e investiga o vínculo entre o aumento da participação no mercado desses produtos e a epidemia de obesidade na América Latina.

Do ponto de vista comercial, os mercados mais atraentes para alimentos e bebidas ultraprocessados (também denominados produtos ultraprocessados) já não são os países plenamente industrializados e de alta renda, conhecidos como o “norte mundial” (América do Norte, Europa Ocidental e regiões desenvolvidas do leste asiático), mas sim os países de baixa e média renda do chamado “sul mundial” (África e os países em desenvolvimento da Ásia, Leste Europeu e América Latina). Segundo o estudo, tanto a venda em estabelecimentos do comércio varejista como as transações de fast-food aumentaram de forma sustentada nos 13 países, exceto na Argentina e na Venezuela, onde os números flutuaram nas crises econômicas. Na América Latina, a maioria dos produtos ultraprocessados é cada vez mais vendida em lojas de conveniência, supermercados convencionais e hipermercados (combinação de loja de departamentos com supermercado). O mercado de vários dos principais produtos ultraprocessados é oligopolista e normalmente dominado por grandes corporações transnacionais.

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